"Distende as mãos piedosas como asas de amor e ergue os que tombaram no charco.
Mesmo que nunca venhas a necessitar de duas mãos transformadas em alavancas socorristas, podes e deves distender as tuas, porque a dor dos outros não permitirá, mesmo que o queiras, a propagação dos teus sorrisos."

Joanna de Angelis

Em nosso dia a dia devemos estar atentos a tudo que nos cerca: às pessoas, aos objetos, aos lugares etc. O deslocamento - consciente ou inconsciente - na dimensão astral obedece a leis diversas das que encontramos em nosso cotidiano físico. Para nos deslocarmos de um ponto A a um ponto B, fisicamente, não é necessário que nossa mente esteja "presente"; podemos fazê-lo pensando em comer alguma coisa ou em como o dia está bonito, por exemplo. O mesmo não se dá no astral: se pensamos em algo, nos deslocamos imediatamente ao "local" correspondente. Por isso, se não adestramos nossa mente a estar sempre consciente ao "aqui e agora", se estamos sempre divagando enquanto realizamos nossas tarefas do dia a dia, nossa mente permanece despreparada para despertar conscientemente no astral. O foco da questão não está em provocar a saída astral, mas em estar consciente quando ela acontece - e sempre acontece - durante o sono, por exemplo. Com um treinamento intensivo durante alguns meses (há outras variáveis e condições) é possível começar a despertar conscientemente no astral. A partir desse ponto, surgirão outras dificuldades e obstáculos. E o medo é um deles... 

 
 Acesse a seção de Downloads e baixe um curso completo de leitura dinâmica ou acesse o curso completo de memorização em áudio.
Para fazer download de músicas para meditação, clique no CD abaixo
 
Se a janela do HD virtual não abrir, desabilite seu bloqueador de pop-ups. Como?
Senha: wxWzw52x
 (Atenção: essa senha é alterada diariamente)

Mais Músicas (senha: zwDYwCd0)

Músicas de Tiago Sául (download grátis)

 
Palestras em áudio
Palestra: Segredos do Código da Vinci (30:03 min, 1,8 MB)
Palestra: A importância da meditação (contém uma técnica de meditação) (28:56 min, 1,76 MB)
Palestra: A arte de lidar com a raiva com base no livro de Dalai Lama (2737 min, 1,7 MB)
Palestra: A arte de lidar com a raiva com base no livro de Dalai Lama (Parte II) (26:38 min, 1,64 MB)
Palestra: A arte de lidar com a raiva com base no livro de Dalai Lama (Parte III) (27:36 min, 1,7 MB)
Palestra: A arte de lidar com a raiva com base no livro de Dalai Lama (Parte Final) (25:50 min, 1,6 MB)
Palestra: Considerações sobre o sofrimento (33:10 min, 2,05 MB)
Palestra: Pensamento e ação criativa (37:13 min, 2,3 MB)
Palestra: Sexo & Obsessão - Parte I (Divaldo Franco) 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12 - 13
Palestra: Sexo & Obsessão - Parte II (Divaldo Franco) 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12
Palestra: Sexo & Obsessão - Parte III (Divaldo Franco) 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12
Palestra: Sexo & Obsessão - Parte IV (Divaldo Franco) 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12 - 13
( temas abordados: Sexo, obsessão, distúrbios sexuais, pedofilia, homossexualidade, cidades estranhas, motéis )
A Alegria de viver (Divaldo Franco):
A história de Creso - rei da Lídia (7:12 min, 6,7 MB)
A derrota de Creso (8:22 min, 7,9 MB)
A alegria de viver - a transformação interior (3:03 min, 2,6 MB)
A raiva (6:59 min, 6,5 MB)
A raiva no trânsito (3:06 min, 2,7 MB)
O medo (1:50 min, 1,6 MB)
A importância do sorriso (4:43 min, 4,3 MB)
A arte de ser feliz (2:23 min, 2,1 MB)
O chefe difícil (4:58 min, 4,4 MB)
Pensar com a mente aberta (2:38 min, 2,3 MB)
A roupa nova (3:05 min, 2,7 MB)
A história da mãe com câncer (3:55 min, 3,5 MB)
Pensar de modo construtivo (1:51 min, 3,5 MB)
O homem suicida e a criança cega (3:25 min, 3,1 MB)
Quando coisas más acontecem a pessoas boas (3:58 min, 3,6 MB)
A proposta da reencarnação (3:42 min, 3,3 MB)
Os três sacerdotes (2:16 min, 2,0 MB)
Visualização e Criatividade (29:30 min, 3,54 MB)
Ética e essencialidade (43:10 min, 5,18 MB)
Você se conhece de verdade?
Testes de personalidade: faça os testes a seguir e reconheça algumas de suas características mais marcantes (e confira algumas práticas de meditação).
Teste do desenho Teste I Teste II Teste III
Algumas práticas de meditação 5 Guias de meditação em áudio Exercícios mentais para mudança de padrão mental  
 

Página 2 - Página 3 - Página 4 - Página 5 - Página 6 - Página 7 - Página 8 - Página 9 - Anexo (1)  - Anexo (2)  - Anexo (3)

O plano astral e o duplo etérico

“Sempre que poderíamos ter dado um exemplo de prova, com referência a fatos ocultos, sem qualquer possível objeção, sempre algo acontecia para frustrar a finalidade da prova.” (C. W. Leadbeater).

Quando indagamos do Mestre, sobre este assunto, fomos informados que Eles propositadamente evitaram qualquer fenômeno que pudesse ser absolutamente comprovado em matéria de prova. Era Seu plano que, enquanto a humanidade estivesse no presente estágio, em que a um grande número de mentalidades poderosas falta um adequado desenvolvimento moral, nenhuma oportunidade se dará a estas inteligências inescrupulosas para terem uma confiança completa na existência de poderes ocultos. Enquanto houver ceticismo nessa matéria, a humanidade estará protegida de ser explorada por inescrupulosos. Já sabemos quanto a humanidade tem sido explorada econômica e industrialmente pelas mentalidades egoístas que controlam os recursos da natureza. Quão grande calamidade ocorreria se essas mesmas mentalidades pudessem também utilizar poderes ocultos para a exploração, não é difícil de conceber, mesmo a alguém dotado de pequena imaginação.

APRESENTAÇÃO

Todos nós, embora na maior parte não tenhamos dado por isso, vivemos no seio de um vasto, invisível e populoso mundo. Quando dormimos ou quando no estado de êxtase, os nossos sentidos entram momentaneamente num estado de inação, podemos até certo ponto ter consciência desse mundo e muitas vezes acontece trazermos, ao despertar, recordações mais ou menos vagas, do que lá vimos ou ouvimos. Quando, por ocasião dessa transição a que vulgarmente chamamos morte, o homem se despoja totalmente do corpo físico, é nesse mundo invisível que ele ingressa e lá fica vivendo durante os longos séculos que medeiam entre as suas encarnações nesta existência terrestre. A maior parte desses longos períodos, a sua quase totalidade mesmo, é passada no mundo-céu, ou Devachan. O presente trabalho é dedicado à parte inferior desse mundo invisível após a morte – o Hades ou mundo inferior dos gregos, o purgatório ou etapa intermédia dos cristãos, e que os alquimistas da Idade Média chamavam “plano astral”.

O plano astral “existe”. Não me refiro ao conceito metafísico que diz nada haver de real, porque tudo é transitório, a não ser o Absoluto não manifestado.

Tudo o que existe nesse plano não dura, naturalmente, mais do que os objetos do plano físico, mas, precisamente como estes, não deixa de ser uma realidade cuja existência não temos o direito de ignorar, simplesmente pelo fato de a grande maioria da humanidade não ter por enquanto consciência dela, ou, quando muito, apenas a pressentir vagamente.

Ninguém pode ter uma compreensão nítida das doutrinas da Religião-Sabedoria, se não souber e não compreender conscientemente que no nosso sistema solar existem planos perfeitamente definidos, cada um formado pela sua matéria de diferentes graus de densidade, e que alguns desses planos estão abertos à visita e à observação dos que conseguiram obter os requisitos necessários para isso, exatamente como qualquer país estrangeiro está ao alcance do turista.

Os planos chamam-se, por ordem decrescente de densidade da matéria que os forma, respectivamente, físico, astral, mental ou devachânico, búdhico e nirvânico. Acima destes há ainda dois, mas tão além das nossas atuais faculdades de percepção que, por enquanto, não nos ocuparemos deles. A matéria que forma esses planos é absolutamente a mesma; a sua densidade em cada um deles é que difere: é como se houvesse um composto de água-gelo, outro de água-líquido, outro de água-vapor etc., e realmente os estados da matéria a que chamamos sólido, líquido e gasoso, não são mais do que as três subdivisões inferiores da matéria pertencentes ao plano físico.

É matéria ainda mais rarefeita a que forma os outros, mas, na essência, é a mesma matéria.

A matéria física apresenta, na verdade, sete graus ou ordens de densidade, denominados atômico, subatômico, super-etérico, etérico, gasoso, líquido e sólido. Todos esses graus de densidade estão representados na composição de nosso veículo físico, que comporta duas divisões bem distintas: o corpo denso, composto de sólidos, líquidos e gases, e o corpo etérico ou duplo etérico, como também é chamado, constituído pelas quatro ordens mais tênues de matéria física. Esse duplo etérico não é, bem dizer, um veículo de consciência independente. Veremos mais adiante que ele recebe e distribui a força vital proveniente do sol (prana), ligando-se intimamente à saúde física; que possui certos chakras ou centros de força que lhe são próprios, cada qual desempenhando uma determinada função.

Os alquimistas, na Idade Média, diziam que a matéria era formada por terra, água, ar e fogo. Terra: sólido, água: líquido, ar: gasoso; fogo: etérico (com suas 4 subdivisões, totalizando 7 subdivisões, como em todos os demais planos).

Química oculta

Física

Exemplo

Função

E1 – atômico

Eletrônico

Elétron

Utilizada pelo pensamento em sua passagem de um cérebro a outro

E2 - subatômico

Núcleo positivo

Partícula alfa (mésons e nêutrons)

Utilizada pelas “formas mais sutis de eletricidade”

E3 – super-etérico

Núcleo neutralizado

Nêutron

Utilizada pela luz

E4 – etérico

Atômico

N. nascente
H. atômico

Utilizada pela corrente elétrica comum e pelo som

Gasoso

Gás molecular etc

H2, N2 ou compostos gasosos

 

O corpo etérico fornece os elementos da substância conhecida por ectoplasma.

O duplo etérico tem duas funções principais: a primeira é a de absorver o Prâna ou Vitalidade e enviá-lo a todas as regiões do corpo físico; a segunda é a de servir de intermediário ou ponte entre o corpo físico e o corpo astral. E é importante assinalar que no duplo etérico encontram-se certos centros (chakras), por meio dos quais podemos tomar conhecimento do mundo etérico e dos inúmeros fenômenos etéricos.

O duplo etérico pode ser separado do corpo físico denso por um acidente, pela morte, pela anestesia e pelo mesmerismo. No caso de anestésicos, a insensibilidade é conseqüência forçada da expulsão do duplo etérico do corpo físico. Demais, a matéria etérica assim expulsa leva consigo o corpo astral, amortecendo igualmente a consciência neste veículo; assim, quando o anestésico cessa de atuar, não subsiste, em geral,  na consciência cerebral nenhuma recordação do tempo que passou no veículo astral.

É tão estreita a ligação entre os corpos denso e etérico, que uma lesão neste se traduz por uma lesão naquele, fenômeno este curioso, conhecido por repercussão. Sabe-se que a repercussão é igualmente possível com o corpo astral; em certas condições, a lesão deste último se reproduz no corpo físico denso.

Pessoas de membros amputados queixam-se, às vezes, de dores nas extremidades do membro cortado, isto é, no lugar que este ocupava. A razão disto é que a contraparte etérica do membro amputado não foi retirada com a parte física densa.

São sete os princípios constitutivos da natureza humana. Para elucidação do leitor, damos a seguir uma relação dos mesmos, segundo os compêndios teosóficos mais fidedignos:

 Tríada Superior, a espiritual: Átma, ou Espírito;
 Budhi, ou Intuição – o princípio crístico;
 Manas, ou o Pensador, a Inteligência (corpo mental, com duas subdivisões: superior e inferior).

Quaternária Inferiror, a Personalidade Mortal (o corpo astral "morre"):
 Kâma, ou natureza passional e emocional (o corpo astral);
 Prâna, ou Vitalidade, energia vital;
 Duplo Etérico, ou Veículo de Prâna;
 e o Corpo Físico.

No anexo continuaremos o tema duplo etérico (prana, aura, chakras e suas funções).

A região astral, que vou tentar descrever, forma o segundo destes grandes planos  da natureza – o imediatamente superior (ou inferior) a este mundo físico, tão conhecido de nós todos, e onde vivemos. Tem-se lhe chamado “o reino da ilusão”, não porque em si seja mais ilusório do que o mundo físico, mas porque as impressões que dele trazem os observadores pouco treinados são extremamente vagas e impalpáveis, oferecendo, portanto, pouco crédito, fato devido a duas causas principais: em primeiro lugar, os seus habitantes têm o poder maravilhoso de mudar constantemente de forma com uma enorme rapidez, e de exercer, por assim dizer, uma espécie de magia ocasional sobre aqueles à custa de quem se querem divertir; e em segundo lugar, a faculdade de ver nesse plano é muito diferente da faculdade visual que nos é dada no plano físico. É, além disso, extraordinariamente mais desenvolvida, pois, um objeto é, por assim dizer, visto por todos os lados ao mesmo tempo. Olhando para um sólido com a vista astral, o olhar abrange não só o exterior mas o interior do corpo; compreende-se, portanto, que seja extremamente difícil para um observador com pouca prática ter compreensão nítida do que vê, extrair da imagem confusa, que pela primeira vez se lha apresenta à vista, a noção verdadeira do seu significado, e, acima de tudo, é-lhe quase impossível traduzir o que realmente vê, servindo-se da pobre linguagem de que usa diariamente. (..)

É evidente que o que realmente aspiramos é a vida do espírito, e que seria um verdadeiro desastre ficarmos satisfeitos com a obtenção da consciência astral, desistindo de um desenvolvimento mais elevado. Há, é certo, quem tenha um Karma tal que é dispensado do plano astral, podendo logo de princípio começar pelo desenvolvimento das faculdades mentais mais elevadas. Mas isso é uma exceção. Devemos, portanto, concentrar-nos em abrir o nosso caminho passo a passo, lentamente, e visto que é esse plano astral o imediatamente a seguir ao nosso mundo de matéria mais densa, é nele que devemos começar as nossas primeiras experiências superfíscas.

A visão astral pode obter-se por vários processos, e entre eles, o muito conhecido de fixar longamente um cristal.

Leia mais clicando aqui

Você é nosso visitante número: